Os primeiros instrutores ou professores a explorarem esta área de atuação, surgiram na década de 80. O personal cresceu de atividade amadora, para uma atividade profissional qualificada, isto ocorrendo na década de 90, com o surgimento de um maior número de faculdades de educação física.
Hoje no Brasil são 20.000 graduandos em educação física por ano, 352 faculdades, 7.000 academias e de 30.000 a 40.0000 personal trainers, porém afirmações e contradições andam juntas.
Com o crescimento da mão de obra e preços mais viáveis, somente de 5% a 8% da população faz exercício com orientação de um professor de educação física e com personal são números bem menores, mesmo assim o Brasil está entre os 3 maiores mercados do mundo, liderado pelos EUA, onde o departamento americano de trabalho lista o personal como uma das 15 áreas mais desejadas para trabalhar e que deverá crescer cerca de 46% até 2.012. Já no Brasil, São Paulo e Rio de Janeiro dominam este mercado.
Um dos motivos iniciais para aderir a este tipo de serviço, na maioria dos casos, é a busca pela estética e melhor atendimento, pois neste momento o cliente ou aluno dispõe de atenção exclusiva em seguida, o aluno percebe melhora na sua qualidade de vida, saúde e bem estar e a retenção fica em função do comprometimento onde a presença do personal é fundamental.
A elaboração de programas, controlando as variáveis para otimização da individualidade biológica, promovem resultados satisfatórios.
O exercício físico sendo realizado de modo regular torna-se agradável na maioria dos casos e hoje em dia com pequenas sessões pode obter-se melhoras significativas.
Alex Garcia Santos
Professor de educação física – Cref. 13085-G/RJ
Pós – graduado em exercício físico aplicado a reabilitação cardíaca e a populações especiais.
Membro da sociedade brasileira de personal trainer
Sileco@ibest.com.br
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